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Saúde

fitness 1.Conhecer o nosso corpo. Devemos conhecer o nosso corpo e perceber que este é bem mais complexo do que se imagina, o que torna a gestão de peso mais complicada. Para além disso, é necessário equilibrar todo o metabolismo para ter saúde, bem-estar e um bom controlo do peso.

 

2. Saber a importância do metabolismo. Um metabolismo lento leva-nos a ter dificuldade em controlar o peso. Muitas vezes a desaceleração do metabolismo está relacionada com alterações hormonais e da metabolização dos alimentos que induzem um menor dispêndio energético e consequentemente uma maior predisposição para acumular gordura corporal e menos capacidade para construir musculo.

 


3.A autoestima não depende apenas do peso corporal. Quando estamos pesadas podemos ter falta de autoestima, no entanto esta está relacionada com muitos fatores sendo a nossa imagem corporal apenas um deles. Por vezes, é por termos baixa autoestima que aumentamos de peso corporal e acabamos por nos sentirmos ainda pior. Devemos trabalhar a nossa autoestima de forma a termos mais facilidade em controlar o peso.

 


4.O excesso de treino é subjetivo. Cada pessoa é diferente da outra, temos que perceber o que significa ‘obsessão em treinar’ em cada pessoa. Se treinamos muito, mas isso nos faz sentir bem e não temos lesões (nem físicas nem psicológicas) é porque é um comportamento adequado para nós. Se continuamos a sentir um vazio e não nos sentimos felizes ou, por outro lado, contraímos lesões físicas, temos que perceber o que nos leva a dar tanta importância ao corpo e ao treino. Infelizmente, existem muito mais pessoas que não treinam do que as que treinam em demasia, por isso é essa é que é a grande preocupação.

 


5.Transformação exterior deve ser acompanhada da alteração interior. Treinamos porque nos dá prazer e porque queremos ter o corpo que desejamos. Trata-se de uma combinação de fatores em que, por vezes, a necessidade de ter um corpo atraente assume uma importância muito grande porque achamos que nos preenchemos só com um corpo. Mas às vezes, mesmo depois de obtermos o corpo que queríamos não ficamos mais felizes, pelo que a transformação exterior deve ser acompanhada de uma transformação interior.

 


6.Os homens são mesmo diferentes na gestão do peso. Os homens têm muito mais facilidade em gerir o peso do que as mulheres. Quando pretendem perder peso, emagrecem muito mais rapidamente do que as mulheres porque o seu metabolismo é muito mais acelerado. Por outro lado, as mulheres também são muito mais pressionadas para perder peso do que os homens, o que ainda dificulta mais a situação. Embora atualmente, os homens também se preocupem muito com a estética, o que os leva a procurarem ajuda para se sentir bem com o seu corpo.

 

7.Cada um deve sentir-se melhor no seu corpo e mente. E muito importante fazermos uma transformação interna paralelamente a uma transformação externa. A transformação interna é muito mais prolongada, mais difícil, mas muito importante para que nos aceitemos e sejamos mais felizes. A transformação externa deverá ser uma consequência da transformação que fizermos dos nossos comportamentos. Só desta forma conseguiremos sustentabilidade no controlo do nosso peso.

 

8.Treinar na medida certa (que é diferente para cada mulher). Quando o treino é excessivo acabamos por não beneficiar por inteiro da atividade física. Ficamos com défices hormonais e carências de outras substancias. Para que tenhamos o volume de treino certo para nós, devemos realizar uma avaliação da aptidão física e uma prescrição do exercício adequada para nós. É por esta razão que acredito no trabalho dos profissionais de exercício, que são as pessoas adequadas para fazerem esta avaliação.

 

9.O corpo pode mudar em qualquer idade. O corpo poderá começar a mudar em qualquer idade e isso é até uma transformação desejável. No entanto, se tivermos alterações do nosso metabolismo podemos começar a mudar de forma indesejável. Isto pode acontecer em qualquer idade, geralmente mais nas mulheres do que nos homens. Contudo, a partir dos 35 anos, principalmente a partir dos 40 anos, as transformações são mais notórias e podem não nos fazer felizes. Temos que perceber a que se devem estas alterações para que possamos adequar a estratégia certa a cada pessoa.

 

10.Cuidados individualizados com a alimentação. Os cuidados nutricionais dependem de pessoas para pessoa e de caso para caso. A nutrição deverá ser adequada a cada situação clinica e por isso é necessário realizar sempre um diagnostico de cada situação. No entanto, de forma geral, devem ser eliminadas todas as formas de açúcar simples, alimentos processados, refrigerantes, adoçantes artificiais. O álcool deve ser ingerido com moderação e devemos privilegiar as verduras, os vegetais, as carnes magras, as frutas, as gorduras saudáveis e a água.

Segunda, 17 Abril 2017 13:23

O especialista da fascite plantar

Publicado em Saúde

Uma das soluções para eliminar a tensão e aliviar a dor da fascite plantar consiste na colocação de palmilhas, no entanto estas não eliminam a causa do problema, revela o nosso especialista, que deixa aqui alguns conselhos a ter em conta.

 

Subir o calcanhar 
Se subirmos o calcanhar vamos eliminar a tensão no trícipete sural, o que pode momentaneamente reduzir a tensão da fáscia plantar. No entanto, não convém abusar desta solução, pois, a longo prazo, pode provocar encurtamento do tendão de Aquiles. Esta solução só se deve utilizar em caso de extrema necessidade e deve ser eliminada progressivamente para que o pé se adapte. 

 

Cuidado com as sapatilhas com arco reforçado
Se estás com uma fascite plantar podes colocar o pé em cima de uma superfície instável e flexível, tentando manter o equilíbrio de forma a diminuir a tensão na arcada plantar. Esta solução será mais eficaz se realizada com o pé descalço, pois irá diminuir a tensão do pé.

fascite plantar1

> Em situações de carga elevadas como na corrida, agachamentos ou em saltos, o défice de estabilidade pode dar origem ao aparecimento de cargas de tensão muito elevadas, que repetidas de forma sistemática poderão provocar danos estruturais, principalmente a nível da inserção da fáscia no calcâneo.

Segunda, 17 Abril 2017 13:01

O que falamos quando falamos de Fascite Plantar

Publicado em Saúde

Para evitar a fascite plantar, a fáscia plantar deve ter a tensão adequada para facilitar o movimento. É necessário portanto prevenir o excesso de tensão ao mesmo tempo que melhoras a estabilidade e a mobilidade dos pés, de forma a aumentares o teu o rendimento. fascite plantar

 

A fáscia plantar é uma estrutura fibrosa composta por tecido conjuntivo denso, que recobre e protege os músculos intrínsecos do pé. Vai desde o osso do calcanhar até à articulação metarsofalângica, onde se divide em cinco secções, uma para cada dedo do pé. É uma estrutura com um desenho perfeito que mantém o arco do pé, permitindo a sua adaptação e a eficácia na absorção de impactos mantendo a energia, contribuindo para o ciclo propulsivo durante o movimento. 

A tensão da planta do pé é necessária para apoiar o peso do corpo e principalmente durante a fase propulsiva da corrida. Mas tem que ser a tensão necessária, nem mais nem menos. O excesso de tensão provoca microtraumatismos progressivos que segundo os últimos estudos não produzem uma inflamação como se pensava, mas uma degeneração da fáscia numa zona próxima, o que pode explicar o fracasso dos anti-inflamatórios.

Como principais fatores de agravamento da tensão excessiva encontra-se o sobrepeso, a falta de adaptação a tensões, e o excesso de pronação do pé. O desenho das sapatilhas também pode ser um fator de agravamento, uma vez que alterando a mecânica natural do pé pode favorecer o aparecimento de tensões pelo excesso de proteção do pé.

fascite plantar

Terça, 11 Abril 2017 12:11

Tenho tanto sono...

Publicado em Saúde

A maioria das pessoas pensa que os adultos devem dormir cerca de 8 horas para ter verdadeiro descanso. Estudos mais recentes revelam que não é bem assim. Uma nova investigação publicada na revista Archives of General Psychiatry poupa-nos uma hora ao diminuir para sete o tempo ideal de sono por dia.criança a dormir

 

Depois de estudar durante seis anos o descanso nocturno de mais de um milhão de pessoas, os resultados apontam para as que dormem sete horas terem uma taxa de mortalidade menor que as que descansam menos de seis ou oito horas ou mais. Então o que se deve fazer? Aqui tem que imperar o bom senso e considerar as características individuais de cada um, porque cada pessoa precisa de dormir mais ou menos consoante o seu estilo
de vida.

 

Teresa Paiva, investigadora do Centro de EEG e Neurofisologia Clínica, diz-nos que “a maioria dos adultos saudáveis deve dormir 7 a 8 horas por noite, embora 5% precise de dormir menos (5h a 6h) e 2 a 3% necessite de mais (9 a 10h). Há ainda o factor idade, os bebés dormem praticante todo o dia porque estão a crescer rapidamente, as crianças precisam de dormir 16 horas, enquanto os adolescentes, em média, necessitam apenas de 9. Há ainda outros casos: as grávidas dormem mais horas por causa do crescimento do feto e as pessoas mais velhas têm tendência para dormir menos».

 

Se é um desportista que treina pelo menos uma hora por dia, deve acrescentar 15 a 30 minutos às suas horas de sono. Atletas profissionais são grandes dorminhocas, confessam passar entre 10 a 12 horas diárias no país dos sonhos, dedicando 2 ou 3 horas à sesta para assimilar os treinos bi-diários ou quadri-diários.

Acima de tudo, é preciso ter em conta a genética que se manifesta desde o nascimento. Há bebés da mesma idade que dormem mais ou menos horas de forma natural e essas diferentes necessidades prolongam-se ao longo da vida. Saiba qual é o seu estilo: se desde pequeno que dorme mais horas é porque se calhar talvez elas lhe sejam indispensáveis para estar bem no seu dia-a-dia.

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