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Parece fácil, atiras com as verduras lá para dentro e esperas que cozam, depois juntas azeite, passas com a varinha e serves. No entanto, más práticas podem prejudicar significativamente o objetivo da sopa na refeição e sobretudo prejudicar a riqueza em nutrientes de alimentos tão ricos como as hortaliças.
Esclarecimento. Quando nos referimos a sopa é de hortaliças, a canja ou mesmo o caldo verde, sopa à lavrador, sopa da pedra, sopa de marisco, etc. são sopas que podem nem ter verduras pelo que não têm a mesma finalidade.
Uma base. Escolhe uma verdura de cada cor para a base: branco – cebola, nabo, alho francês; verde – courgette, nabiças, espinafres, couves várias, feijão-verde; amarelo – batata; laranja – cenoura ou abóbora. Leva esta base a cozer em água suficiente para tapar mas não exageres, se for necessário tem água a ferver ao lado para juntares e adequares a textura.
Verduras inteiras. Passa a base e adiciona verduras que não vais passar com a varinha mágica, só assim podes garantir a riqueza em fibra. Aposta em couve ripada, cenoura ralada, alho francês, folhas de agrião, espinafres ou nabiças entre outros.
Ponho ou não ponho batata? Sejamos realistas: 1 batata para uma sopa que dá para 6 tigelas não te vai engordar… No entanto, se pões 2 ou 3 batatas mais ervilhas ou feijão e ainda gostas de colocar massinhas ou arroz, é natural que as tuas sopas pareçam “pouco dietéticas”.
Toque de textura. Se não queres pôr batata e estás sempre a pensar como melhorar a textura aposta por exemplo na couve-flor, dá uma textura cremosa à sopa.
E o azeite? Se utilizas azeite virgem extra, coloca-o única e exclusivamente depois de tirares a sopa do lume. Não coloques mais de 1 colher de sopa de azeite para cada 2 pessoas.
