Não penses que o Triatlo é um desporto só para homens e mulheres de ferro, podes fazer o teu primeiro triatlo sprint sem qualquer problema. Queres apostar? Ou queres ser o último a experimentar o desporto da moda?
Dois dias antes da prova descansa e um dia antes ativa a tua musculatura; faz um pouco das três modalidades, nada um pouco com um sprint de 10 metros, 40 minutos de ciclismo com alguns arranques fortes e 10 minutos de corrida com progressões curtas.
A prova tem inÃcio quando o juiz de saÃda dá o sinal. 750 metros de natação pela frente, o percurso estará indicado por elas bóias grandes, pelo que de vez em quando deverás pôr a cabeça de fora para as visualizar e te orientares.
Uma vez terminado o segmento de natação, aproveita o caminho até à bicicleta para tirar os óculos e a touca.
Quando estiveres em frente à bike, corre com ela ao lado até à saÃda das boxes, onde os juÃzes irão indicar-te quando deverás montá-la. Não te esqueças que o dorsal deverá ser visÃvel na parte de trás. É deste modo que irás fazer os 20km em cima da bicicleta.
Toma o pequeno almoço habitual pelo menos duas horas antes da prova, evitando láteos e fibras.
Chega com pelo menos 1h30 de antecedência à prova para levantar o teu dorsal e preparar todo o material na área de transição. Para levantar o dorsal precisas do comprovativo de inscrição, não te esqueças dele em casa!
Levanta o saco do dorsal; costuma incluir um dorsal de papel, um dorsal para a bicicleta, outro para o capacete e uma touca numerada para o segmento de natação.
Prepara a tua bike antes de entrares no parque de transição; coloca o autocolante do dorsal no selim e o autocolante para o capacete na parte frontal. Dá uma volta de bicicleta para verificar se tens tudo a funcionar bem. Vai servir também de aquecimento…
Quando estiveres no parque de transição coloca a tua bicicleta no número de corresponde ao teu dorsal, coloca as sapatilhas da bicicleta (se as fores usar), as sapatilhas de corrida e aquele material que vais usar durante a prova. Coloca o dorsal de papel com um elástico de cintura o que te permite levá-lo na parte de trás no segmento de ciclismo e na parte da frente na corrida. Deixa-o junto ao capacete para que não te esqueças de o colocar antes de montar na bicicleta. É proibido levar o dorsal de papel no segmento de natação.
Depois de teres tudo a postos no parque de transição, dirige-te à zona de partida da natação, com o kit de competição, a touca e os óculos. É aconselhável aquecer um pouco na água antes de começar a prova e fazer uns sprints breves para ativar todo o corpo.
Ao terminar o segmento de ciclismo, deverás desmontar da bicicleta antes de entrar no parque de transição, e chegar a correr com a bike pela mão até ao teu lugar; aqui deixas a bicicleta, tiras o capacete (atenção, só depois de deixar a bicicleta), calças as sapatilhas de corrida (se tiveres utilizado umas sapatilhas diferentes na bicicleta) e colocas o dorsal na parte da frente, rodando o elástico. Agora estarás preparado para enfrentar os últimos 5km do segmento de corrida a pé.
Açores continua no mapa mundial do Cliff Diving
Depois de uma estreia de sucesso que proporcionou um autêntico regresso às origens, os Açores voltam a receber em 2013 uma etapa do Red Bull Cliff Diving World Series - mantendo Portugal no mapa do circuito mundial de saltos para a água de grande altura. A ação regressa ao Ilhéu de Vila Franca do Campo no último fim-de-semana de junho e a Sport Life estará de novo presente para reportar tudo.
A estreia do Red Bull Cliff Diving World Series por terras açorianas deixou uma forte marca, tanto entre os atletas como para os responsáveis pela organização internacional do circuito. Esta impressão positiva pesou certamente na balança no momento de decidir o ano de 2013, permitindo que a ação regresse ao Ilhéu de Vila Franca do Campo - situado ao largo da ilha de São Miguel - no último fim-de-semana de junho (dias 28 e 29). Portugal continua assim a ter a terceira etapa do circuito mundial, numa época recheada de novidades.
Os elogios à etapa açoriana foram unânimes por parte dos atletas, que destacaram a beleza do local e a oportunidade única de realizarem um salto diretamente das rochas - vivendo desta forma um verdadeiro regresso às origens da modalidade nascida há mais de 200 anos num arquipélago igualmente vulcânico: o Havai.
O circuito conta em 2013 com oito etapas - mais uma do que no ano passado - na Europa, América e Ãsia. França voltou a ter as honras da abertura (25 de maio), seguindo-se a estreia da Dinamarca (22 de junho), Portugal (29 de junho), Itália (14 de julho), Estados Unidos da América (24 de agosto), Reino Unido (14 de setembro), Brasil (28 de setembro) e Tailândia (26 de outubro) - sendo estes dois últimos destinos também estreias absolutas.
Um total de 10 atletas, a que se somam até três wild cards por etapa, vão disputar o tÃtulo de 2013 do Red Bull Cliff Diving World Series. Cinco transitam da época anterior, sendo os restantes apurados na qualificação internacional que decorre no final do mês (31 de janeiro a 2 de fevereiro) na Austrália. Depois de 2012 ter sido o ano mais competitivo de sempre, com o britânico Gary Hunt a conquistar o seu terceiro tÃtulo na última etapa, a quinta época da competição mantém a chama com um misto de veteranos e novos talentos.
Exigindo uma grande preparação fÃsica e mental, o Cliff Diving só recentemente foi reconhecido como um desporto de alta competição - seguindo as mesmas regras dos saltos para a água do programa olÃmpico. A diferença reside na magistral altura dos saltos, que são realizados a partir de uma plataforma fixa a 27 metros de altura, proporcionando uma impressionante aceleração de 85 Km/hora. O formato da competição inclui quatro rondas, passando à fase final oito atletas (Top 7 e um repescado entre os eliminados). Com notas de 1 a 10, a avaliação dos saltos (saÃda da plataforma, posição no ar e entrada na água) é assegurada por um júri internacional de cinco elementos, sendo o vencedor encontrado através do somatório de pontos dos quatro saltos realizados durante a competição.

Mais informação:
Espanhóis vencem o Triatlo Longo de S. Jacinto
A freguesia de São Jacinto, em Aveiro, recebeu este fim de semana duas provas de triatlo. No sábado, triatlo jovem, em que os mais pequenos abriram as hostilidades para na manhã de domingo se dar a terceira etapa do Campeonato Nacional de Triatlo Longo.
Forte participação, com um recorde de inscritos na prova longa, o que revela que esta prova do campeonato se está a estabelecer no calendário (ibérico), e uma vez que se trata de uma prova de campeonato nacional, os melhores atletas portugueses marcaram presença para pontuar, no entanto, foram os atletas espanhóis Ana Lopez de San Roman e Daniel Gutierrez Arranz quem levou a melhor aos portugueses que lutavam pelas primeiras posições.
A partida para os 1900 metros de natação foi dada pela manhã, com o termómetro a marcar 16ºC dentro de água. Seguiram-se 90Km de ciclismo que ficaram marcados por alguma chuva e o frio que ditaram diversos abandonos. No entanto, foi já sob um sol radioso que se assitiu a um emocionante final (com 21Km de corrida) da prova masculina: Sérgio Dias começou a correr com perto de 2 minutos de desvantagem para o lÃder e acabou a apenas 15 segundos do vencedor.
Na prova feminina, CecÃlia Shinn, também ainda encurtou distância para Ana de San Roman, mas a atleta resistiu bem e averbou uma vitória brilhante garantindo que regressaria em 2014 para defender o tÃtulo.
No segmento de corrida final, o público português vibrou com a eminente ultrapassagem de Sérgio Dias a Daniel Gutiérrez mas esse momento nunca aconteceu, já que o atleta espanhol geriu bem a sua energia e no final acelerou para deixar Sérgio Dias a 15 segundos de distância. Na terceira posição, também com um segmento de corrrida de bom nÃvel classificou-se Jorge Duarte (Garmin OlÃmpico de Oeiras). Na quarta posição ficou Pedro Amaral e Benek Morais (Sporting CP) completou o top5.
Na competição feminina também CecÃlia Shinn, especialmente na primeira volta, recuperou tempo para a frente. No entanto, a atleta espanhola soube gerir da melhor forma e averbou uma das mais importantes vitórias da sua carreira. Muito satisfeita com a terceira alcançada estava a atleta do Clube do Galitos (de Aveiro), Teresa Cardoso. Na quarta posição ficou Sara Arias e Maria João Madeira (CT Almada) fechou o top5 da prova.
Subir a calçada da Glória de bicicleta em contrarrelógio?!
Quem se atreve a tentar bater o recorde?
O desafio é bater o recorde da subida do trajeto do elevador da Glória em Lisboa, que se mantém na posse de Alfredo Piedade, desde 1926, quando conseguiu fazê-lo no tempo de 55 segundos! Impressionante não é?
O Elevador da Glória vai ser palco de uma prova singular, que já não se realizava desde 1988, e que na noite de 17 de Maio, se volta a realizar para comemorar o centenário da primeira edição – Centenário da Subida à Glória – organizado pela FPC (Federação Portuguesa de Ciclismo)
A corrida inicia-se com uma subida em contrarrelógio individual na Calçada da Glória, que permitirá apurar os melhores tempos, cujos detentores passarão às meias-finais que, tal como a final, serão disputadas em regime de eliminação, com dois concorrentes a correrem lado a lado.
A Calçada da Glória é uma rampa curta, com apenas 265 metros, mas muito Ãngreme, já que a inclinação média é de 17,7 por cento. A prova será aberta a corredores federados, profissionais e amadores, mas também a filiados na vertente de ciclismo para todos e a populares não federados que queiram desafiar-se e medir forças com os restantes competidores.
Na prova, que atribui um prémio de 1.000 euros, podem participar homens e mulheres com mais de 17 anos. As inscrições estarão limitadas a 150 participantes, no sÃtio oficial da FPC.
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