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Segunda, 26 Novembro 2012 14:59

Treina as tuas ‘mochilas’

Publicado em Coach Escrito por Rui Lança

A ‘mochila’ que cada um carrega ao nível das experiências, hábitos, rotinas, crenças e preconceitos é uma expressão que gosto de utilizar quando falo de pessoas e de equipas relativamente ao treino e à mudança das nossas competências. Sejam elas físicas, estratégicas ou comportamentais. E especialmente as consequências que a mesma acarreta. Pode limitar-nos e fragilizar-nos. Por vezes as alterações físicas que fazemos em nós de correntes do treino e o crescimento da nossa resistência, força ou potência não são acompanhadas por um treino mental e um reforço da nossa capacidade de não desistir, insistir e dar a extra-mile sempre que necessário.

 

É interessante que assistimos vezes sem conta a um modelo ou um padrão muito nosso que nos vai acompanhando em diversas provas, corridas, vontade de fazer melhor ou achar que não se consegue continuar mais. Interessante perceber que por muito treino físico que se tenha, o aumento das nossas cargas, marcas, km’s, etc…podem ser sinal da nossa maior capacidade para produzir mais por essas mesmas maiores capacidades físicas. Mas que mesmo aí, vai chegar o momento onde iremos reagir alinhado com a nossa ‘mochila’. Há um momento que será a capacidade mental a decidir se conseguimos e queremos ultrapassar aquele ponto mais confortável até onde as competências físicas estavam mais ou menos previstas.

Não se esqueça de treinar tudo. E que mudamos mais rápido a capacidade de realizar o dobro dos kms que fazíamos há uns meses do que a capacidade de reagir às dificuldades intrapessoais, dado que estas podem levar muito mais tempo em mudar. Começando pelo facto de poucos terem a preocupação de a treinar!

Sexta, 09 Novembro 2012 01:02

Ponto ‘estagnado’ do treino

Publicado em Coach Escrito por Rui Lança

Para quem começa a treinar ou já treina mas coloca novos objectivos sobre o treino que está a desenvolver, passado um tempo encara um ponto na forma física e no desempenho a que chamamos o ponto ‘morto’ ou ‘estagnado’ do treino.

Um ponto, em que ao contrário do desenvolvimento inicial, a marca não evolui tão rapidamente, em que os resultados e os desempenhos não crescem de forma exponencial, nem por vezes racional. Em que se podem criar expectativas maiores e torna-se mais difícil nos auto-consciencializar de que é normal e por isso temos de gerir as nossas (des)motivações fruto de resultados diferentes do que poderíamos aspirar.

Alguma inexperiência no treino, na gestão de motivações e na definição de objectivos pode ser prejudicial – não mensurável – de forma a levar ao abandono. E aqui o abandono também não é calculável, pode acontecer no imediato ou ir caindo, porque o ponto ‘estagnado’ prolonga-se para lá daquilo a que nós estávamos preparados. Quer ao nível do nosso desconhecimento quer ao nível das nossas expectativas.

Dicas: informa-te bem sobre quais são os valores ditos normais na evolução de marcas e desempenhos. Uma evolução rápida apenas acontece esporadicamente. E acontece apenas até àquilo que pode ser considerado como os teus desempenhos ‘normais’. A partir daí, tudo demora e exige mais e mais esforço!

Rui Lança

 

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Quarta, 10 Outubro 2012 13:30

Motivar quem e como?

Publicado em Coach Escrito por Rui Lança

“Eu gosto de motivar as pessoas reconhecendo-as!”

“Eu gosto de motivar dando-lhes aliciantes!”

“Prefiro motivar falando com elas e criando-lhes objetivos”

 

A lista poderia ser interminável. A forma como nos motivamos, como se motiva, como gostamos de motivar, todo o processo de motivação tem sido estudado e mesmo assim continuamos com dúvidas e algumas das respostas até são opostas.  

 

Mas tenho de colocar aqui um stop. Um daqueles bem grandes para que me possam ver e escutar. Quando falamos em motivar alguém, a primeira ação é saber como é que determinada pessoa é motivada. E não como tu gostas ou te sentes à vontade para motivar alguém. Porque se trata dela e não de ti.

 

ESCUTA ATIVA! Não direi que temos de realizar todos os caprichos, mas deveremos procurar saber exatamente qual é o denominador comum que faz aquela pessoa estar motivada. Como, porquê, onde, quando, com quem se possível.

 

Não é isto que fazemos a nós próprios? Tentamos saber o que nos faz andar motivado para treinar mais, a horários diferentes daqueles que inicialmente aceitaríamos ir treinar, que cargas e distâncias. Esta descoberta e viagem intrapessoal resulta se for na nossa realidade. Se queremos motivar alguém… é essa viagem que tens de aprender a fazer na outra pessoa.

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Title: Acompanhamos o teu teino
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